Boa tarde amigos!!!
Hoje temos um texto da minha amiga Julien. Ela é dentista e conta pra gente algumas coisas sobre saúde bucal e Miastemia Gravis!
Olá navegantes da Good vibe,
Sou a BFF da Naty que ela fala às vezes nos textos e nos comentários por aí 😝
Sim, eu me acho e sou ciumenta tbm, então, se você ver um ARGH meu por aí na sua foto com ela, ou um comentário assim: Uhn.. É por ciúmes da minha Natyzinha, minha Nana, a amiga que tem a voz de criança mesmo sendo adulta e é assim desde sempre, desde 2004 ou 2003, que eu a conheci fazendo a prova pro Colégio Militar de Belo Horizonte hahaha
Tá, mas eu estou aqui pra falar da Miastenia Gravis (MG) na influência odontológica 😷 Aaaaa, eu sou dentista !! E tudo q a Naty está passando me despertou para ver a influência na minha área.
Então vamos lá..
A miastenia gravis (MG) é doença auto-imune determinada pela ligação de auto- anticorpos às sub-unidades alfa dos receptores de acetilcolina (nAchRs) na junção neuromuscular.
Aceita-se que os anticorpos anti- nAchRs sejam produzidos em sua maior parte no TIMO, logo, é necessário tomar cuidado com a anestesia odontológica e alguns outros medicamentos.
Antibióticos como os aminoglicosídeos e a polimixinas, mas também as penicilinas, sulfonamidas e tetraciclinas; os antiarrítmicos, como lidocaína, procaína e fenitoína; betabloqueadores e bloqueadores de canais de cálcio podem acentuar a fraqueza muscular da MG e são evitados antes da operação da Miastenia Grave.
Um achado intra-oral peculiar à MG é a presença de flacidez da musculatura da língua, acompanhada de sulcos na sua face dorsal. Em casos severos, pode-se encontrar a chamada “língua miastênica”, apresentando três sulcos longitudinais. É possível desenvolver, em pacientes com hiperplasia do timo, a candidíase mucocutânea crônica, assim como infecções fúngicas e atraso na cicatrização ocorrem geralmente em indivíduos sob terapia imunossupressora.
Como qualquer doença, seja ela auto-imune ou não, é necessário que o paciente esteja com controle medicamentoso e acompanhamento médico para que o tratamento odontológico tenha sucesso.
No próximo texto falaremos sobre a conduta durante o tratamento odontológico frente ao tratamento de pacientes Miastênicos.
bJuuuuuH
E continuem nessa Good Vibe com a minha Na ! ♥
Referências
Andrade ED, Ranali J. Emergências médicas em odontologia. 2a ed. São Paulo: Artes Médicas; 2004.
Brewer AK, et al. The dental management of adult patients with haemophilia and other congenital bleeding disorders. Haemophilia. 2003; 9; 673-7.
Harrington B. Primary dental care of patients with haemophilia. Haemophilia. 2000; 6(1):7-12.
Rapaport SI. Hematologia: introdução. 2ª ed. São Paulo: Rocca; 1990.
São Paulo (Estado). Secretaria do Estado de São Paulo. Qualidade e Resolutividade na atenção básica: recomendações para atendimento de pacientes com necessidades especiais. Cadernos de Saúde Bucal. São Paulo; 2005.
Sonis ST, Fazio RC, Fang L. Distúrbios hemorrágicos. In: Sonis ST, Fazio RC, Fang L. Princípios e pratica de medicina oral. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996, p. 208-24
Revista Neurociências V13 N3, jul/set 2005.
Eu disse que um dia máscara vai virar moda né!? rsrs olha os modelinhos que ela já tem rsrs
Beijosss
Nathalie

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